
Quando ela aceitou dançar para mim, nem acreditei. Logo eu, a doida, aquela que com quem ela nem falava direito. Mas sim, ela dançou. E eu fiquei ali, sentada no chão, vendo aquele corpinho perfeito _vestido apenas com um maiô fio dental preto e uma uma sainha rodada, para completar a estética clássica _dançar só para mim. Estava sem meias. Tinha passado um óleo sobre as pernas, que fazia sua pele reluzir. Não prendera os cabelos, como manda o protocolo, mas os deixou soltos.
Deu os primeiros passos, as primeiras voltas, ao som de Tchaikovsky _abertura de O Lago dos Cisnes. Os cabelos castanhos escuros _quase negros _esvoaçando, caindo-lhe no rostinho lindo, na pele branca. Esticava as pernas, mostrava o sexo só encoberto pela fina malha negra. Em cada volta, a saia deixava ver suas nádegas lindas, emolduradas pelo maiô ousado, que nada cobria. Rodopiava dona do espaço. Seduzia o universo e se apoderava de minha alma.
De repente, rolou pelo chão, rodopiando e esticando as pernas sobre ele. Num movimento espetacular, sentou sobre meu colo. Gelei! Ela me olhava no fundo dos olhos... Como uma carrasca, algoz de meu ser, baixou lentamente as alças do maiô. Mostrou os seios pequenos e empinados. Envolveu minha nuca com suas mãozinhas... Puxou-me, nos beijamos... Por longos e eternos segundos. Depois, ela foi conduzindo minha cabeça para seus seios. Eu os mamei com gula, com fome dela. Ela arqueava, jogava os cabelos e a cabeça para trás, os olhos fechados, sentindo prazer. Eu apalpava suas coxas roliças, seus glúteos. Passava as mãos entre eles, sentido a pele, o calor da carne, o óleo perfumado, que faziam minhas mãos deslizarem.
Alucinada, deitei-a no chão. Tirei seu maiô e sua sainha de bailarina, quase com violência. Ela estava nua. Nua para mim!
Despudorada pela luxúria, ela abriu totalmente as pernas, esticando-as, num passo de ballet. Passou as mãos sobre o sexo e entre as coxas, excitando-se e me olhando com malícia. Fiquei louca! Desci abocanhando seu corpo, beijando-o, lambendo-o, profanando seu umbigo, até chegar ao meu destino: seu sexo macio, coberto por pelinhos crespos e castanho escuros. Mergulhei minha língua em sua fenda líquida. Sorvi seu mel, me lambuzei nele. Ela gemia, suplicava:
_Hmmm... Vai, amor!... Prova... Sente o gosto...
Alimentei-me dela, faminta, até ela alcançar o êxtase... em minha boca.
Ficamos deitadas um tempo _eu com a cabeça pousada em seu colo _recuperando nossas forças. Recomecei a beijar seu corpo e ela se reacendeu. Pôz-se de quatro, empinando-se toda. Atacaquei-a. Abri suas nádegas e violei seu furinho com minha língua. Lambi-o e penetrei-o como se eu possuísse um orgão viril na boca. Ela chorava:
_Hummm... Aaaaahhh!!!...
Por fim, tremendo-se toda, ela gozou!... E um beijo selou nosso ballet proibido...
Marcelo Farias
Marcelo Farias
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