sábado, 1 de junho de 2013

BÉATRICE





I - O NOBRE DESTINO


Béatrice olhou-se no espelho. Era pequena, menina ainda. Branca, olhos vivos e amendoados. Castanhos escuros, como seus cabelos. Estes agora, ostentando a franja que sempre escondera sob as perucas empoadas, revelava totalmente seu semblante pueril. Mas a imagem ao espelho também revelava seios insinuantes sob o corpete, assim como lábios carnudos e convidativos. Foi atentos a estes e outros detalhes, que seus pais procuraram _zelosos! _por um pretendente. Este deveria ser da nobreza, como ela. Porém, esta procura fez-se tardia, pois o jovem copeiro que o pai despedira por não saber servir os convidados, fizera as honras ilícitas antes do matrimônio. Fora seu primeiro pecado. Agora, mais que nunca, ela sabia que a condição de nobreza era uma farsa licenciosa. Ser nobre nada mais era que viver em um Olimpo luxurioso, antes de se descer para o fogo do inferno. O Diabo a esperava, com certeza. Toda nobreza tinha seu lugar no inferno e com ela não seria diferente. "_Os anjos mais belos são os do inferno!" _lembrou-se do que dizia irmã Catherine nas aulas de catecismo, fingindo cuidado para com as almas das alunas, mas com a alma enegrecida de inveja. E ela era bela demais para ter vindo do céu. Sim, o inferno a esperava!...
Ouviu batidas na porta do quarto. A hora chegara!...
_Já estou indo! _foi o que respondeu quando Simone lhe avisara da chegada do coche de Desiré.
Deixara o quarto com o coração batendo ansiosamente. O coche a aguardava, sua bagagem já havia sido levada. Lembrou à Simone para que regasse suas flores. Os pais _que preferiram permanecer na Áustria, quando souberam da sublevação _já estavam informados de que ela passaria uma temporada com os Guise. Naqueles dias turbulentos, em que o povo tomava as ruas e rebeldes acuavam o rei, fazia-se bem proteger a menina de seus olhos, o que poderia render-lhes ainda futuros ganhos. O cocheiro a ajudou a subir e Derisé a beijou no rosto, logo depois que ela acomodou-se. Sentindo-a nervosa, ofegante, tranquilizou-a:
_Calma, a viagem será agradável. Ficará à salva dos rebeldes. Garanto que a calma e o ar puro do campo serão o melhor para você.
O coche percorreu, na nascente manhã de verão, as ruas ainda tranquilas de Paris. Não tardou para que alcançassem a estrada e começassem a longa jornada. Esta mostrou-se calma, porém não a calma tranquila que experimentava quando viajava para interior com os pais, em verões já passados. Mas sim uma calma tensa, que se faz quando uma tempestade se aproxima.
Foi ao crepúsculo do terceiro dia de viagem que chegaram ao solar dos Guise. Cuidadosa, Desiré mandou que sua bagagem fosse logo levada para o quarto e que lhe preparassem imediatamente um banho. Foi talvez o único momento de real tranquilidade e relaxamento que tivera naquele lugar, o banho da chegada. Pois após o jantar, onde comeram apenas ela e Desiré _cujos pais também já haviam fugido _os rumos de sua vida mudaram completamente.
_Desça comigo até o porão, tenho certeza que gostará dele, é terrível e excitante! _disse-lhe risonha Desiré, puxando-a pela mão e o braço.
_Tem certeza que é seguro, tenho medo de lugares escuros. _revelou-lhe Béatrice.
_Não tema! Isso é bobagem. Talvez encontremos surpresas excitantes nele! _rebateu Desiré, com um sorriso já cheio de perversa malícia.
Pegou então as chaves que trazia prezas em uma correntinha, na cintura, e abriu a porta. Esta rangeu assustadoramente. Béatrice tremeu. Desiré então tomou o candelabro mais próximo e as duas começaram a descer os degraus. O porão era grande e assustador. Possuía colunas com arcos, muito antigas. Desiré se apressou em explicar:
_Vê os arcos e as colunas?... Antigamente aqui havia um castelo. O castelo dos meus ancestrais. Ele foi destruído há mais de um século. Em seu lugar ergueram o solar. Apenas estes porões restaram!...
Béatrice olhou ao seu redor com os olhos arregalados de apreensão. De repente, a luz se apagou!... Gritou:
_Ah!!!...
Voltou-se para todos os lados e clamou:
_Desiré! Desiré!...
Os risos desta ecoaram como resposta. Béatrice se enfureceu:
_Não gosto deste tipo de brincadeiras!...
Uma voz feminina respondeu sussurrante:
_Béatriiiii-ce...
_Pare! _respondeu Béatrice amedrontada.
Vários risos femininos então ecoam na escuridão. Béatrice se apavorou:
_Quem está ai?!... Desiré, quem está aqui além de nós!...
Sem que ela esperasse, a luz retorna. Porém, o que vê em seguida a faz gritar:
_Aaaaaaaaahhh!!!...
Com o candelabro na mão, Desiré reaparece... vestindo uma capa negra e ostentando uma bizarra máscara veneziana, dourada, no rosto. Antes que esboce qualquer reação, três outras figuras femininas surgem da escuridão. Estão todas com os rostos cobertos por outras bizarras máscaras, vestindo capas negras como a dela. Todas seguram candelabros, o que ilumina e aquece bastante o claustrofóbico ambiente. Assustada, Béatrice perguntou:
_O que isso? É alguma brincadeira? Quem são suas amigas?...
Desiré respondeu com a voz estranha, abafada pela máscara:
_São minhas vassalas, Béatrice. E você... será nossa serva.
_O quer dizer?!...
Sem responder ao questionamento, Desiré ordenou:
_Agarrem-na!...
Como aves de rapina, as estranhas moças avançaram sobre a pequena Béatrice e a dominaram. Esta gritou aguda e desesperadamente:
_Nãaaaaaaaaaaaoooo!!!... Me soltem! Nãaaaaaaaaoooo!!!...
Com um sorriso depravado no rosto, Desiré ordenou:
_Tirem as roupas dela! Deixem-na nua!...
As vassalas praticamente arrancaram o vestido de Béatrice, chegando mesmo a rasgá-lo. Bétrice foi deixada completamente nua. Mesmo seus sapatos foram arrancados. Béatrice se debatia, esperneava:
_Nãaaaaaaaahhh!!!... Nãaaaoo!!!...
Impiedosa, Desiré continuou a ordenar:
_Levem-na para a cama!...
As vassalas carregaram então sua vítima para uma cama feita de toras grossas de madeira, de onde pendia uma corrente, que passava por dentro de uma argola de ferro. Em cada ponta da corrente, grossas algemas de couro negro, de quase um palmo de largura. Cada pulso de Béatrice foi preso às algemas pelas vassalas, que riam o tempo todo. Risadas loucas, depravadas!... Que ecoavam horríveis, abafadas que eram pelas máscaras. Enquanto Béatrice se debatia e continuava a clamar para que a libertassem, Desiré ordenou:
_Vendem-na!...
Com uma estranha máscara negra, feito de seda semi-transparente, requintadamente rendada, Béatrice foi vendada. Sua visão tornou-se turva, estranha. Desiré então começou a falar:
_Não se desespere minha pequena Béatrice. Prometi a seus pais que a deixaria sã e salva e cumprirei minha promessa. O que vamos fazer aqui... é apenas... uma pequena festa...
Béatrice apenas ouvia, respirando ofegante. Então, sem que ela esperasse, oito ávidas mãos atacaram seu pequeno corpo. Apalpavam sem pudor os seus seios, suas coxas, seu sexo, suas nádegas, até mesmo entre elas... Alisavam-na toda!... Contorcendo-se, Béatrice protestava gritando:
_Nã-aaaaaaaaahhh-ooo!!!... Nã-aaaaaahhh-ooo!!!... Aaaaaaaaaahhh!!!...
Fechava as pernas para impedir a invasão das desavergonhadas mãos, mas em vão!... Estas mesmas mãos, junto a braços ciosos, arreganhavam suas coxas com força. Alisavam sua partes íntimas do fundo das nádegas, até o botãozinho da vulva. As vozes de suas algozes sibilavam:
_Ssssssssss!!!... Que delícia!!!... Ssssssssss!!!... Como é macia!!!... Ssssssssss!!!...
A voz de Desiré as provocava:
_Isso! Isso mesmo! Peguem nela! Tomem o corpo dela!... Façam ela pecar! Façam ela pecar!... Sssssssss!!!...
Béatrice chorava, se contorcia e gritava:
_Nã-ãaaaaaaaaaahhh-oooo!!!... Me soltem!... Me deixem!!!... Nãã-aaaaahhh-oooo!!!...
De repente, Desiré ordenou!
_Chega!!!...
As mãos largaram o corpo de Béatrice. O silêncio invadiu o porão, enquanto ela ofegava. Por um breve momento, ela pensou que tudo havia acabado. Mas sua ilusão foi desfeita quando Desiré avançou sobre ela e lhe devorou a boca com beijos degenerados.
_Hummm... Mm-humm... Ahrfm... _murmurava, tentando afastar seus lábios da boca faminta de Desiré.
Esta continuou sua tarada tarefa despudorada, abocanhando Béatrice no pescoço, apalpando seus seios com vontade, abocanhando-os com loucura. Sua mão direita então passou a massagear avidamente a vulva de Báetrice, masturbando-a, fazendo-a lambuzar-se.
_Hummmrr!!!.... Hum-mrrr!!!... _bufava Desiré enquanto se fartava do pequeno corpo de Béatrice.
Esta se contorcia desesperada. Tomada por um estranho misto de desespero e volúpia, como uma alma que se deixa perder pelos demônios.
_A-ahhrr... aahhrr...
Desiré então desceu abocanhando sua barriga, lambendo sua carne macia, apertando-a com suas mãos afobadas. Sem que Béatrice esperasse, suas pernas foram arreganhadas. Seus pés e as dobras das pernas são seguras por mãos que não são apenas as de Desiré. Esta então falou:
_Isto! A arreganhem bem!!!... Quero ela bem aberta, como um frango!...
Béatrice choraminga em resposta. Desiré contemplou aquelas pequenas, porém deliciosas coxas brancas e roliças e provocou:
_Você é uma delícia! Sempre quis devorar você, desde quando nos conhecemos!
Choramingando, Béatrice respondeu:
_Solte-me, o que está fazendo é abominável!...
Ao que Desiré rebateu:
_Sim! É abominável! É errado! É pecado! É mau! É perdição!... E é exatamente por isso que estou fazendo! Ahahahahah!!!... E você está gostando!...
_Nããã-aaaaaaahhh-oooo!... _choramingou Béatrice.
As vassalas ouvem a tudo rindo, alisando e apertando, sem pudor, as coxas de Béatrice. Esta não conseguia conter o apelo dos sentidos, sua alma se perdia. Foi quando então sentiu Desiré abocanhar e lamber suas coxas... para logo em seguida... invadir sua vagina com a língua!....
_Aaaaaaaaaaaahhhh!!! _gritou Béatrice.
A língua de Desiré serpenteava dentro de sua vagina, brincava com seu botãozinho, com seus lábios venais, fazia-a escorrer-se toda. Sentiu então as mãos das vassalas apalparem seus seios e, logo em seguida, sentiu bocas famintas os abocanharem e sugarem....
Béatrice se contorcia, não mais sabendo se de prazer, ou de repulsa. De repente, como que atacada por uma miríade de enguias lascivas, sentiu as línguas das vassalas se esfregarem quentes e molhadas em seu corpo. Nos seios, na barriga, nas coxas... Ouviu então a voz de Desiré falar como que engasgada pelo néctar venal:
_Humgl... Venham!... Aahrr... Se fartem da cona dela!...
Duas vassalas então avançaram entre as pernas de Béatrice e dividiram seu sexo entre si. Chupavam com força! Enterravam a língua até o fundo!...Mordiam e lambiam entre suas coxas, o que acabou por fazê-la perder totalmente a consciência e, com um longo suspiro, arqueando-se para trás... gozar!...
_A-aaahhrrr...


***

Béatrice já estava entregue, quando Desiré e suas vassalas começaram a enfiar os dedos em sua cona. Enfiavam, abrindo bem a fenda macia, como uma flor lambuzada, os pelos castanhos pingando néctar... Enquanto seus dedos molhados se contorciam dentro de Béatrice, elas se deliciavam:
_Sssssss... está toda melada!... _disse uma vassala.
_Sim... Ssssss... _respondeu outra já enterrando dois dedos até o fundo e mexendo.
Béatrice apenas se contorcia e lambia os lábios. Sob a venda de seda negra, o olhos lacrimejavam. Desiré então ordenou:
_Arreganhem ela de novo, quero brincar com seu ânus.
As vassalas obedeceram. Sem resistência, tomada pela volúpia, Beatrice deixou-se arreganhar. Cuspindo em seus dedos, Desiré colheu um pouco de saliva e passou no orifício anal de Béatrice. Logo em seguida, introduziu todo o indicador. Massageou, meteu e tirou. Depois, enfiou todo o polegar. Béatrice apenas se contorcia em perdida delícia, submissa aos sentidos. Os dedos de Desiré e suas vassalas enfiavam-se sem nenhum respeito em seus orifícios, masturbavam seu botãozinho, faziam-na escorrer-se mais e mais. Ao fim do último gozo, exausta... desfaleceu.
_A-ah... aaahhr...
Ao vê-la desfalecer, Desiré e suas vassalas banharam seu corpo com longas lambidas. Como gatas lambendo a cria....



II - ESCRAVA DOS SENTIDOS


Béatrice vestiu-se para sua nova função. Seus olhos eram tristes. Era condenada pela culpa... e prisioneira do vício... Penteou bem os cabelos. Ajeitou bem a touca branca, bordada, de serva na cabeça. Amarrou o laço do avental às costas. Seus trajes eram apenas estes, fora os sapatos de criada. Desceu as escadas assim, com apenas o avental cobrindo-lhe o corpo. Chegou ao salão onde Desiré esperava com suas convidadas. Estas eram as mesmas vassalas, mas agora não estavam mais mascaradas. Béatrice as conhecia: Sabine, Judette e Paméla. Todas nobres, como ela e Desiré.
Entrou no recinto tímida, as mãos sobre o avental:
_Com sua licença, mademoiselle...
Desiré e suas convidadas voltaram seus olhares para ela. Desiré então ordenou:
_Béatrice, venha até aqui!
Béatrice caminhou acanhada até ela, as faces vermelhas de pudor. Desiré ordenou:
_Levante seu avental! Queremos ver seu sexo! Mostre-o para nós!...
Cabisbaixa, Béatrice levantou o avental, mostrando seu sexo encoberto por castanhos e ralos pelos pubianos. As convidas apreciam:
_Hummm... Que coisinha linda! _elogia Judette.
Desiré sorriu maliciosa e, sem que Béatrice esperasse, puxou-a com força para seu colo:
_Venha cá, criadinha deliciosa!... 
Béatrice sentou-se nervosa em seu colo e recebeu tapas em suas nádegas _Pah! Paf!... _choramingando:
_Hummm... Aaiii!...
Desiré desamarrou seu avental e o jogou longe. Em seguida, abocanhou seus seios:
_Hummmm... mum-mm... Peitinhos gostosos!... Hummm!!!...
_Hum-aahrr!... Hummm!!!... _gemia Béatrice, meio que querendo se desvencilhar.
Mas Desiré a agarrava com força, metia a mão entre suas nádegas, alisava e provocava:
_Não resista, sua vagabundinha! Goze! Goze!...
Fartou-se com seus peitinhos por um tempo e depois a deitou com força sobre a mesa. As outras imediatamente começaram a apalpá-la:
_Deliciazinha! Criadinha gostosa! Prostitutazinha!... _diziam sem pudor, enchendo suas mãos com seus seios, alisando e dando tapas em seu vulva.
Béatrice choramingava e ao mesmo tempo se ardia:
_Hummm... Aaahhh... Hmmm....
Desiré começou então a chupar seu sexo com força. Enquanto as outras abocanhavam seu corpo. Béatrice se contorcia de prazer.
_Hummm-aaaaahhhrrr!...
Após chuparem-na toda, Desiré a sentou no colo, tomou uma taça com morangos e começou a dar-lhe na boca:
_Tome... Coma, sua safadinha...
Béatrice mordia o morangos com volúpia. Enquanto Desiré alisava suas coxas e sexo. As outras apalpavam seus seios. Mimaram-na alimentando-a com morangos, até resolverem se alimentar... Desiré ordenou para que Béatrice se arreganhasse sobre a mesa. Esta obedeceu de imediato. Começou então a enfiar morangos em sua vagina melada. Empurrava-os até o fundo, tirando o dedo melado, que chupava em seguida:
_Hummm.... Melzinho bom!
Depois retirava os morangos e comia, ou dava para suas convidadas comerem.
_Hummmm... Delícia!... _saboreava Paméla.
Depois, passaram a fatiar os morangos e enfiar na vagina de Béatrice... Retiravam as fatias lambuzadas de gozo e comiam... lambuzando os beiços....
_Hummmm!... Coisa gostosa!... _Apreciava Sabine.
_Ssssss... Caldinho gostoso!... Hummm... _dizia Judette.
Sem reclamar, com os olhos semi-serrados, lacrimejantes, os lábios umedecidos de prazer... Béatrice servia a todas com seu néctar...
Após comerem todos os morangos, Desiré ordenou:
_Fique de quatro!
Béatrice pôs-se de quatro, deitando o rosto e os seios sobre a mesa e empinando bem o traseiro, pois sabia que era assim que Desiré gostava... (e ela também!...). Desiré primeiro "comeu" seu furinho, introduzindo a língua o quanto pode. Tirou e meteu, torceu lá dentro, lambeu!... Desferia palmadas para que Béatrice rebolasse... e esta obedecia gemendo...
_Ooooohhhrrr... Hummmm...
Depois, Judette lambeu _com a língua de fora! _do botãozinho, passando por entre os lábios venais, até entre as nádegas de Béatrice. Saliva e "mel" respingavam em volta. Em seguida foi a vez de Sabine enfiar dois dedos na fenda de Béatrice e o polegar no ânus. Metia e tirava, mexia lá dentro e ordenava:
_Rebole! Rebole, empregadinha!...
_Aa-aahhh!!!... O-aahh!... _gemia Béatrice rebolando.
Paméla preferiu tirar e meter três dedos na vagina de Béatrice, e outros dois em seu ânus, avidamente.
_Aaaaaaahhh!!!... _choramingava alto Béatrice.
O "mel" pecaminoso de seu sexo respingava em tudo o que estivesse próximo. Não contentes, começaram a enfiar uvas na vagina lambuzada de Béatrice.
_Hmmmm!... _gemia Béatrice, empinadinha sobre a mesa.
Em seguida, com movimentos serpenteantes da própria vagina, Béatrice as expeliu. As uvas caiam cobertas pela "calda" venal. Desiré e suas convidadas primeiro as apararam na mão e punham na boca, saboreando-as: "_Hummmm!... Delícia!... _apreciou Sabine. Depois, as apararam direto na boca, pondo os rostos debaixo dos quadris de Béatrice. Esta gozou até desfalecer, quando finalmente foi carregada para o quarto.



III - DOCE CASTIGO


Béatrice se acostumou com o assédio cotidiano de Desiré e suas amigas. Porém, seus instintos pediam mais!... No quarto, à noite, chegava ir às lágrimas de culpa. Mas um fogo lhe ardia do meio das pernas até o coração. Secando e molhando sua garganta, tomando sua mente.
Uma manhã, enquanto limpava o armário de louças, Sabine passou próximo. Com um olhar sonso, derramando-se de desejo... Béatrice empinou-se um pouco. Sabine, não pensou duas vezes, desferiu uma sonora palmada em suas nádegas: _Pah!!!...
_Aah!... _gritou Béatrice.
Então _com os dentes rilhados, num sorriso depravado! _a agarrou por trás e a masturbou, esfregando seu sexo com força:
_Ssssssss!!!... Sua rameirazinha!... Quer que eu te coma, quer?!...
_Hmmmm!... _se limitava a choramingar Béatrice.
Sabine então abocanhou seu pescoço, chupando-o com força, ao mesmo tempo que apalpava seus seios e vulva. Seu frenesi, no entanto, foi freado por Desiré:
_Quem lhe deu permissão, sua pervertida?!... _esbravejou puxando Sabine com força.
Sabine rebateu furiosa:
_Escasseando a criada, Desiré?!... Não foi você quem a repartiu entre nós?!...
Desiré desferiu-lhe um forte tapa no rosto: _Paf!!!...
_Sua petulante! Eu é quem dou as ordens aqui! Béatrice é minha! Divido-a apenas se isso me aprouver!
Sabine teria pulado em seu pescoço e a esganado, se Judette e Paméla não chegassem à tempo e a impedissem. Irada, Desiré vociferava:
_Levam essa prostituta daqui!...
Sabine vociferava em resposta:
_Você vai pagar por isso, Desiré! Eu vou matar você! Eu vou matar você!...
Judette e Paméla a levaram tentando acalmá-la:
_Vamos, Sabine! Deixe ela com sua vagabundazinha!... _disse Paméla.
Desiré rebateu com fúria:
_Vagabunda é você! Todas vocês! Não passam de vagabundas!!!...
Quando as três se afastaram, voltou-se para Béatrice, que soluçava baixinho, encolhida ao pé do armário. Olhou cheia de ira a marca roxa que Sabine deixara em seu pescoço e puxando-a pelos cabelos, vociferou:
_Rameira! Rameira!!!...
_Aaaaaaaaahhh!!!... _gritou Béatrice.
Desiré desferiu-lhe uma sucessão de tapas no rosto, ao mesmo tempo que a ofendia:
_Vagabunda! Sua vagabunda! Rameira! Vai aprender a nunca mais me desobedecer!... vai aprender quem sua dona!...
Desiré levou-a então para um dos quartos, jogou-a sobre o tapete e avisou:
_Espere aqui, sua vagabunda!...
Desiré bateu a porta atrás de si e a trancou. Soluçando, Béatrice sabia que aquilo era apenas o início. Como imaginara, Desiré voltou, mas agora com um grosso cinto de couro negro, de quase um palmo de largura, na mão direita. A esquerda trazia um rolo áspero e grosso de cordas. Com força, quase ferindo-a, amarrou Béatrice ao pé da cama, de quatro. Vociferou então:
_Empine-se, sua rameirazinha! Vamos, empine-se!!!...
Soluçando, Béatrice obedeceu. Logo em seguida, sentiu o primeiro golpe em sua nádega esquerda: _Flapaaahhh!!!..
_Aaaaaaaaaaaaahhhh!!!... _gritou Béatrice.
Sem piedade, Desiré desferiu uma sequência de golpes: _Flap! Plaf! Flapah!... Vociferando injúrias:
_Tome, sua vagabunda! Aprenda! Sua dona sou eu! Sua dona sou eu!!!...
Nua, sentindo a ardência dos golpes em suas nádegas, absorvendo toda a vergonha, todo o constrangimento, toda a dor física e moral do castigo... Béatrice se empinava mais e mais!... Estava nua, era desavergonhada, desejava pecados, prazeres contra a natureza, merecia!... Merecia o castigo e o recebia com toda volúpia!...
_Aaaahh!!!... Aaaaaaahhh!!!... _gritava a cada golpe de cinto.
Desiré rilhava os dentes de fúria. Ela por sua vez, empinava-se mais e mais, estremecendo e contorcendo o corpo nu. A cona escorria como nunca! Chegava a respingar em volta, a cada golpe de Desiré. Não resistindo mais, Béatrice espirrou néctar quase como se urinasse, lambuzando o chão em volta, até mesmo a barra do vestido de Desiré.
_Aaaaaaaaaaaahhh!!!... Aaaaaaaaaaahhh!!!... _gritava enquanto gozava.
Enfurecida, com sua descarada luxúria, Desiré a puxou pelos cabelos com força e esbravejou:
_Sua prostituta! Você vai limpar este chão! E vai lavar meu vestido! Vai lavar meu vestido!...
Empurrou então seu rosto e logo em seguida desferiu-lhe um forte tapa: _Pah!... 
Béatrice simplesmente caiu no chão, exausta de dor e prazer, soluçando fortemente.



IV - POSSE


Desiré não mais importunou Béatrice durante dois dias, o suficiente para seu traseiro sarar. De fato, Desiré não lhe deixou marcas, não queria estragar sua "posse". Porém, Béatrice não mais viu suas "vassalas". Apenas via as duas criadas masculinizadas e grandalhonas _Séraphine e Berthe _que eram como cães de guarda. Eram elas que faziam o serviço de cama e a comida. À Béatrice competia limpar os móveis. Sempre nua!... Apenas trajando o avental e a touca. 
No terceiro dia após a surra, quando Béatrice pensava que Desiré lhe daria uma semana de folga... esta lhe surpreendeu:
_Venha cá, sua rameirazinha! Hoje vou dar o que você merece!... _disse puxando Béatrice pelo braço, com força, e com um sorriso cruel no rosto.
Levou-a então para seu quarto e amarrou seus pulsos em um dos mastros do dossel da cama. Enquanto Béatrice derramava lágrimas e soluçava baixinho, disse:
_Quero te dar essa lição aqui, no meu quarto, sua rameirazinha!...
Desiré então abriu seu armário e dele tirou uma cinta estranha... Nela havia um pênis negro, que Béatrice notou ser feito de ébano. Era imenso, medindo cerca de dois palmos. Desiré atou-o à cintura olhando para Béatrice com um sorriso depravado. Em seguida, aproximou-se lentamente de sua cativa. O membro negro balançando de forma debochada, na frente do vestido. Com uma expressão assustada no rosto, Béatrice olhava para trás, mantendo-se empinada, na pontinha dos pés. Desiré alisou suavemente seu traseiro com a mão... Logo em seguida, foi cravando as garras em sua carne branca e macia, segurando-a fortemente pelo quadril. Lentamente então começou a esfregar o enorme membro de ébano no traseiro de Béatrice. Esta, imediatamente começou a requebrar. Com um sorriso de satisfação no rosto, Desiré aprovou:
_Isso!... É assim mesmo que você tem de fazer, sua prostitutazinha!...
Béatrice sentia o enorme membro de madeira fria esfregar-se em seu traseiro, roçar em sua cona, encaixar-se entre suas nádegas. Por fim, Desiré, encaixou sua ponta na entrada de sua vagina, já melada, e foi enterrando...
_Ah... Aaah... Ah... _gemia Béatrice, sentindo ser penetrada pelo imenso e frio membro de ébano.
Quando este já estava pouco mais da metade dentro de sua vagina, Desiré começou a mexer. Para frente e para trás... insultando...
_Mexe!...Mexe, sua vagabundazinha! Mexe!...
Seus comandos insultantes eram acompanhados de palmadas _em cheio! _no traseiro de Béatrice. Esta, limitava-se a gemer e requebrar:
_Ain... Hmmm... Ain... Hmmmm...
Desiré foi aumentando a velocidade. Metendo e tirando cada vez mais rápido. A cama balançava toda com o movimento. As cortinas do dossel dançavam. Então, com a mão direita, Desiré agarrou os cabelos de Béatrice e, puxando-os, insultou:
_Isso! Grita! Grita, sua prostitutazinha! Grita!... Sssss!... Você merece! Você merece!... Ssss!...
Não demorou para que o membro começasse ser ensaboado pela excitação de Béatrice, o que enlouqueceu Desiré:
_Sua prostituta! Prostituta!... Rameira!... Sua devassa!... Você gosta, não é?!... Não é?!... _perguntava com os dentes rilhados.
Béatrice, com os olhos fechados, derretendo-se em lágrimas e néctar venal, respondia de forma engasgada:
_A-ah... Sim... Ahr... Sim...
Vendo _com os olhos arregalados, estarrecidos! _que Béatrice escorria-se pelas pernas, até pingar no chão, Desiré decidiu:
_Sua vagabunda!... Vou meter em seu traseiro! Vou meter em seu traseiro!...
Desiré então retirou o membro da vagina de Béatrice e percebeu, assustada, que este pingava. Passou então os dedos no membro, colhendo o "mel" de Béatrice e começou a bezuntar seu orifício anal. Tirou mais de sua vagina e continuou a untar. O "licor" era tanto, que Desiré chegava a penetrar o orifício de Béatrice com os dedos, sem nenhum problema. Por seu turno, Béatrice gemia e requebrava:
_Hummm... Aaahr...
Desiré então abriu as nádegas de Beatrice em duas bandas e... começou a deslizar o imenso membro para dentro...
_A-ah... Ah!... Aaah!... _gemia Béatrice.
Melado pelo licor viscoso de Béatrice, o membro começou então a entrar e sair, ritimadamente. Béatrice começou a suspirar de prazer...
_Hum-aaahr... Aahr... Aaaahr... Hummm...
Possessa, Desiré meteu e tirou mais e mais velozmente, xingando:
_Prostituta! Vagabunda! Cadela! Rameira! Sua prostituta! Sua prostituta!... Toma! Toma! Toma, sua prostituta!...
Queimando toda, Béatrice não resistiu...
_Aaaaaaaaaaaaaaahhh!... _gritou ao gozar.
Suas pernas tremiam em espasmos. As de Desiré, no entanto, estavam bambas. Mais cansada que sua vítima, Desiré saiu de dentro de Béatrice e deu-lhe um sonoro tapa no traseiro _Pah! _empurrando-o em seguida:
_Sua rameira!...

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