segunda-feira, 17 de junho de 2013

TERAPIA




Trajando o macacão azul marinho da tornearia Fernanda se queixa, no divã:
_Na outra fábrica eu tinha minha turma. A gente saia, bebia, se divertia... Aqui eu não conheço ninguém!...
_Sei... _se limita a responder Mônica, de pernas cruzadas, o jaleco branco cobrindo-a até pouco acima dos joelhos, contrastando com sua pele morena.
Atenta, anota tudo em seu caderninho. Os óculos no rosto, o semblante de menina séria, a despeito dos belos cabelos negros caindo lisos sobre o ombro direito, num rabo-de-cavalo. Saltinhos completam seu belo, porém profissional designe.
Fernanda continua:
_Na verdade, eu só vim para cá porque a gente tava precisando de mais grana lá em casa. Minha mãe tinha de comprar uns móveis novos, saca.
_Hum-rrum..._murmura Mônica.
_Eu sei que o salário aqui é melhor, a gente tem mais regalia, mas porra!... Sei lá!... É frio! Tudo é grande demais. Branco e azul. Parece até que tô num hospital. Num pesadelo!... Sei que minha mãe vai me matar... mas eu "peço pra sair"
Vendo-a "jogar a toalha", Mônica argumenta:
_Não acha que é muito cedo para desistir? 
_Cedo?!... Me dá vontade de chorar, só de acordar e saber que eu tenho de vir pra cá!...
Mônica insiste:
_Acho que você ainda não conhece direito a empresa. Por que não procura refletir sobre as coisas boas que ela pode lhe oferecer?
_Coisas boas?!... _se revolta Fernanda. _Tipo o que?!...
_Eu, por exemplo!... _responde Mônica abrindo o jaleco, revelando um par de coxas roliças e morenas, sob um vestidinho azul marinho, estampado com florezinhas. Soltando os cabelos e jogando-os pra trás, completa _Não acha que sou uma coisa boa?... _completa alisando o joelho e a coxa.
Estupefata, vendo o fundo da calcinha de algodão se espremer como uma polpuda fruta branca entre as poderosas coxas, Fernanda engole em seco e responde:
_É-ééé... eu ainda não tinha visto as coisas por esse ângulo...
Cheia de malícia, Mônica fita a operária _que a vê de baixo para cima, em todo esplendor de suas formas _e sugere:
_E então?... Não quer experimentar... TUDO... que a empresa pode lhe oferecer?...
_Ô se quero!... _responde Fernanda.
Sem pestanejar, avança sobre a apetitosa coxa e começa a abocanhá-la:

_Sssssss-aaaiii!... Devagar, amor! _a contém um pouco Mônica.
Fernanda simplesmente não raciocina sobre seus atos. Limita-se a enfiar o rosto no fundinho entre as coxas de Mônica, sapecando-lhe beijos na polpuda vulva, que esquenta e se mela de tesão. Fernanda sente o desodorante íntimo, misturado ao cheiro do sexo de Mônica inebriar suas narinas com um perfume úmido. Não resiste e mordisca embaixo das coxas, perto das nádegas. 
_Ssssssss-ai... Hummm... _geme Mônica, provocante.

Alucinada, Fernanda arranca sua calcinha, arranhando sua pele com as unhas. Jogando-a bruscamente sobre o divã, morde sua bunda empinada, enquanto desata a peça íntima presa nos calcanhares. Deitando-se e empinando-se toda, de quatro, Mônica rebola enquanto Fernanda enfia o rosto entre suas nádegas. As mãos abrindo-as como garras.
A língua de Fernanda golpeia e molha o que encontra ao meio do caminho, a abertura lambuzada da vagina, o furinho quente e apertado ao meio do bumbum, o botãozinho já excitado ao alto dos lábios venais... Sem pudor, Mônica provoca:
_Isssssss-ssss... Vai, chupa! Chupa gostoso!... Ssssss...
Um primeiro gozo chega a espirrar néctar na garganta de Fernanda. Mônica estremece toda:
_Huummmm!!!... Sssssssssss!!!...
Mas Fernanda ainda não está satisfeita. Deitando novamente no divã, exige:
_Esfrega na minha cara! Vai, esfrega na minha cara!
Com a perna esquerda apoiada sobre o salto, flexionada, e a direita esticada para trás, Mônica esfrega o sexo lambuzado no rosto de Fernanda. Rilhando os dentes, com um semblante "malvado", se exalta:
_I-sssssssssssss!!!... Hummmm!!!... Como é bom! Como é bom fazer isso!... Ssssssssss!!!...
Puxa então Fernanda pelos cabelos e ordena:
_Isso! Chupa! Lambe! Passa a língua!... Issssssssss... Isso! Me dá prazer!... Ssssssssss!!!....
Fernanda nada fala, apenas obedece:
_Humm...Mwhan... Schlép!... Hummm...
Sentindo a língua de Fernanda esfregar-se em seus lábios venais, contorcer-se quente e molhada dentro de sua vagina, Mônica novamente goza, praticamente golfando mel transparente na boca de Fernanda:
_Sssssssssssss-aaaaaaaaahhh!!!...


***


Ainda em tempo de concluir sua hora, Fernanda lava o rosto no banheiro e ajeita o uniforme. Mônica está novamente com o jaleco, recomposta, ajeitando os cabelos, jogando-os para trás e refazendo o rabo-de-cavalo. As duas se encaminham então para a porta. Mônica abre e depois fala:
_Sempre que sentir necessidade, volte aqui comigo. Temos de continuar sua terapia.
_Pode ficar tranquila, doutora! _responde Fernanda com um sorriso malicioso no rosto _Vou voltar sempre. Demooooro a me adaptar, eheheh!....

Nenhum comentário:

Postar um comentário